“Provocando o olhar para o passado”. O Projeto “Provocando o olhar para o passado”, vem de encontro à necessidade de mostrar para a comunidade de Luziânia suas próprias raízes, que muitos, às vezes, desconhecem. O estudante que precisa fazer uma pesquisa, o morador que não sabe quem foi a pessoa que nomeia a sua rua, o carteiro que desconhece o porque tal praça tem um nome, a dançarina que quer conhecer as danças típicas da sua região, as pessoas que ajudaram no desenvolvimento do município, as festas que são uma constante, as construções seculares, histórias relacionadas à luta pela mudança da capital federal para o planalto central, a história de Santa Luzia, a festa do Divino e muitas outras situações que podem ser motivo de curiosidade popular. Crenças e tradições neste projeto serão usadas também para esta provocação do olhar. E para realizar esta provocação lanço mão de um suporte que é familiar mas pouco usado para essa empreitada que imagino. Este suporte é a cabaça: fruto da terra que encanta e traduz uma singularidade exclusiva. A riqueza da fauna brasileira e a criatividade popular encontram neste fruto, com formas tão originais, uma de suas expressões mais fascinantes. Como objeto do cotidiano, suporte de várias artes ou cheio de fundamentos religiosos, pode nos surpreender e emocionar com seus múltiplos usos e sentidos, seja no artesanato, na música, na cozinha, na religião ou nos brinquedos. Em forma de bonecas com corpos e ornamentos, pretendo colocar a minha arte nessa madeira macia e de superfície oval que servirá para provocar reflexões e chamar a atenção do observador.
Um olhar para o passado, mostra a história que não foi contada para alguns e que por descuido ou falta de tempo não olharam para a cultura da sua cidade. O motivo de usar esse fruto, começou, devido, na minha infância, ter confeccionado brinquedos e ter na paisagem da fazenda de meus avós quantidade razoável de cabaça e pé de coité que também é relacionado ao componente desse projeto. Ambos são suportes que recebem a tinta e passa a mensagem com sofisticação e elegância. Então, temos a cabaça que é rasteira e tem um pescoço e o coité que vem de uma árvore e são mais arredondados parecendo um coco. Minha motivação também esta relacionado, em parte, com uma oficina na qual participei, orientado pelas Cuieiras de Santarém.
Objetivo: Pretendo com o meu projeto fazer com que estudantes e moradores da comunidade conheçam mais a história do meio em em vivem. Através da leitura das imagens possam compreender melhor muitas crenças e tradições que desconhecem enriquecendo assim seu repertória relacionado à suas raízes.
Estudantes e moradores da comunidade. Tanto para os estudantes como para os moradores é oportuno, pois auxiliará na construção da sua identidade, irá mostrar a história da região em que moram, possibilitando ao mesmo tempo desenvolver o pensamento, a linguagem artística, a leitura de imagens, reações do mundo, interpretações culturais, compreensão em que contexto ou bem cultural está inserido.
Com o uso desse fruto “a cabaça”, várias pinturas serão traçadas na mesma para lembrar um episódio da história. Por exemplo: a igreja de Nossa Senhora do Rosário de Luziânia é uma igreja que recentemente passou por uma reforma devido seu grande valor histórico para a comunidade e tombada pelo Patrimônio Histórico Estadual. A construção desta igreja entre os anos de 1761 1763, tinha o objetivo de integrar a população negra ao conjunto social, incentivando a manifestação religiosa dos negros e assim evitar possíveis revoltas. Conserva traços típicos das igrejas coloniais. Devido muitas histórias relacionadas com a igreja mexer com o imaginário dos moradores e visitantes, tenho então, temas diversos me inspirar e pintar nas cabaças. Primeiro com a cabaça, traçarei o tema que pretendo mostrar e depois de uma pesquisa esboçarei e pintarei na superfície oval do coité ou cabaça, o motivo para o observador fazer a leitura e interpretação.
Os instrumentos que usarei são: A cabaça, a qual traz à memória da população o quanto a natureza é bem vinda em nossas vidas. O uso da massa biscuit será um outro componente. Então juntando o fruto, o corpo de biscuit teremos o néctar que aguçará a curiosidade do olhar do observador. Esse dueto da cabaça com o corpo da boneca é fundamental nesse projeto. Um não poderá ser feito sem o outro, pois assim não terá o retorno que pretendo que é a provocação do olhar um artifício que vem para trazer o observador para o objetivo proposto que é a informação através da leitura da imagem. Será usado pinceis, tintas, técnicas de pinturas, óleo, solventes, etc.
“Provocando o olhar para o passado”.
ResponderExcluirO Projeto “Provocando o olhar para o passado”, vem de encontro à necessidade de mostrar para a comunidade de Luziânia suas próprias raízes, que muitos, às vezes, desconhecem.
O estudante que precisa fazer uma pesquisa, o morador que não sabe quem foi a pessoa que nomeia a sua rua, o carteiro que desconhece o porque tal praça tem um nome, a dançarina que quer conhecer as danças típicas da sua região, as pessoas que ajudaram no desenvolvimento do município, as festas que são uma constante, as construções seculares, histórias relacionadas à luta pela mudança da capital federal para o planalto central, a história de Santa Luzia, a festa do Divino e muitas outras situações que podem ser motivo de curiosidade popular.
Crenças e tradições neste projeto serão usadas também para esta provocação do olhar. E para realizar esta provocação lanço mão de um suporte que é familiar mas pouco usado para essa empreitada que imagino.
Este suporte é a cabaça: fruto da terra que encanta e traduz uma singularidade exclusiva.
A riqueza da fauna brasileira e a criatividade popular encontram neste fruto, com formas tão originais, uma de suas expressões mais fascinantes. Como objeto do cotidiano, suporte de várias artes ou cheio de fundamentos religiosos, pode nos surpreender e emocionar com seus múltiplos usos e sentidos, seja no artesanato, na música, na cozinha, na religião ou nos brinquedos.
Em forma de bonecas com corpos e ornamentos, pretendo colocar a minha arte nessa madeira macia e de superfície oval que servirá para provocar reflexões e chamar a atenção do observador.
Um olhar para o passado, mostra a história que não foi contada para alguns e que por descuido ou falta de tempo não olharam para a cultura da sua cidade.
ResponderExcluirO motivo de usar esse fruto, começou, devido, na minha infância, ter confeccionado brinquedos e ter na paisagem da fazenda de meus avós quantidade razoável de cabaça e pé de coité que também é relacionado ao componente desse projeto. Ambos são suportes que recebem a tinta e passa a mensagem com sofisticação e elegância.
Então, temos a cabaça que é rasteira e tem um pescoço e o coité que vem de uma árvore e são mais arredondados parecendo um coco.
Minha motivação também esta relacionado, em parte, com uma oficina na qual participei, orientado pelas Cuieiras de Santarém.
Objetivo: Pretendo com o meu projeto fazer com que estudantes e moradores da comunidade conheçam mais a história do meio em em vivem. Através da leitura das imagens possam compreender melhor muitas crenças e tradições que desconhecem enriquecendo assim seu repertória relacionado à suas raízes.
ResponderExcluirEstudantes e moradores da comunidade. Tanto para os estudantes como para os moradores é oportuno, pois auxiliará na construção da sua identidade, irá mostrar a história da região em que moram, possibilitando ao mesmo tempo desenvolver o pensamento, a linguagem artística, a leitura de imagens, reações do mundo, interpretações culturais, compreensão em que contexto ou bem cultural está inserido.
ResponderExcluirCom o uso desse fruto “a cabaça”, várias pinturas serão traçadas na mesma para lembrar um episódio da história.
ResponderExcluirPor exemplo: a igreja de Nossa Senhora do Rosário de Luziânia é uma igreja que recentemente passou por uma reforma devido seu grande valor histórico para a comunidade e tombada pelo Patrimônio Histórico Estadual.
A construção desta igreja entre os anos de 1761 1763, tinha o objetivo de integrar a população negra ao conjunto social, incentivando a manifestação religiosa dos negros e assim evitar possíveis revoltas. Conserva traços típicos das igrejas coloniais. Devido muitas histórias relacionadas com a igreja mexer com o imaginário dos moradores e visitantes, tenho então, temas diversos me inspirar e pintar nas cabaças.
Primeiro com a cabaça, traçarei o tema que pretendo mostrar e depois de uma pesquisa esboçarei e pintarei na superfície oval do coité ou cabaça, o motivo para o observador fazer a leitura e interpretação.
Os instrumentos que usarei são: A cabaça, a qual traz à memória da população o quanto a natureza é bem vinda em nossas vidas. O uso da massa biscuit será um outro componente. Então juntando o fruto, o corpo de biscuit teremos o néctar que aguçará a curiosidade do olhar do observador. Esse dueto da cabaça com o corpo da boneca é fundamental nesse projeto. Um não poderá ser feito sem o outro, pois assim não terá o retorno que pretendo que é a provocação do olhar um artifício que vem para trazer o observador para o objetivo proposto que é a informação através da leitura da imagem.
ResponderExcluirSerá usado pinceis, tintas, técnicas de pinturas, óleo, solventes, etc.