Com o uso desse fruto “a cabaça”, várias pinturas serão traçadas na mesma para lembrar um episódio da história. Por exemplo: a igreja de Nossa Senhora do Rosário de Luziânia é uma igreja que recentemente passou por uma reforma devido seu grande valor histórico para a comunidade e tombada pelo Patrimônio Histórico Estadual. A construção desta igreja entre os anos de 1761 1763, tinha o objetivo de integrar a população negra ao conjunto social, incentivando a manifestação religiosa dos negros e assim evitar possíveis revoltas. Conserva traços típicos das igrejas coloniais. Devido muitas histórias relacionadas com a igreja mexer com o imaginário dos moradores e visitantes, tenho então, temas diversos me inspirar e pintar nas cabaças. Primeiro com a cabaça, os alunos traçam o tema que pretende mostrar e depois de uma pesquisa esboça-se um risco e em seguida pinta na superfície oval da cabaça o motivo escolhido para o observador fazer a leitura e interpretação.
Um olhar para o passado, mostra a história que não foi contada para alguns e que por descuido ou falta de tempo não olharam para a cultura da sua cidade.O motivo de usar esse fruto, começou, devido, na minha infância, ter confeccionado brinquedos e ter na paisagem da fazenda de meus avós quantidade razoável de cabaça e pé de coité que também é relacionado ao componente desse projeto. Ambos são suportes que recebem a tinta e passa a mensagem com sofisticação e elegância. Então, temos a cabaça que é rasteira e tem um pescoço e o coité que vem de uma árvore e são mais arredondados parecendo um coco. Minha motivação também esta relacionado, em parte, com uma oficina na qual participei, orientado pelas Cuieiras de Santarém.
Artesanato típico de Santarém e um dos ícones da identidade cultural do Pará, as cuias pintadas de Santarém passaram do anonimato a patrimônio cultural do Pará. Bonitas e coloridas, são feitas geralmente por mulheres. A participação dos homens acontece principalmente no processo de retirada do miolo do fruto.Como toda cultura tem seu berço, o das cuias pintadas é a comunidade de Aritapera, situada às margens do rio Amazonas, em Santarém, Oeste do Pará. É na comunidade que, pelas mãos habilidosas de um grupo de mulheres, nascem peças do artesanato, nacionalmente conhecido como “cuias pintadas”.
Pretendo com o meu projeto fazer com que estudantes e moradores da comunidade conheçam mais a história do meio em em vivem. Através da leitura das imagens possam compreender melhor muitas crenças e tradições que desconhecem enriquecendo assim seu repertória relacionado à suas raízes.
Tanto para os estudantes como para os moradores é oportuno, pois auxiliará na construção da sua identidade, irá mostrar a história da região em que moram, possibilitando ao mesmo tempo desenvolver o pensamento, a linguagem artística, a leitura de imagens, reações do mundo, interpretações culturais, compreensão em que contexto ou bem cultural está inserido.
Com o uso desse fruto “a cabaça”, várias pinturas serão traçadas na mesma para lembrar um episódio da história. Por exemplo: a igreja de Nossa Senhora do Rosário de Luziânia é uma igreja que recentemente passou por uma reforma devido seu grande valor histórico para a comunidade e tombada pelo Patrimônio Histórico Estadual. A construção desta igreja entre os anos de 1761 1763, tinha o objetivo de integrar a população negra ao conjunto social, incentivando a manifestação religiosa dos negros e assim evitar possíveis revoltas. Conserva traços típicos das igrejas coloniais. Devido muitas histórias relacionadas com a igreja mexer com o imaginário dos moradores e visitantes, tenho então, temas diversos me inspirar e pintar nas cabaças. Primeiro com a cabaça, traçarei o tema que pretendo mostrar e depois de uma pesquisa esboçarei e pintarei na superfície oval do coité ou cabaça, o motivo para o observador fazer a leitura e interpretação.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirExplicando o Projeto para os alunos.
ResponderExcluirCom o uso desse fruto “a cabaça”, várias pinturas serão traçadas na mesma para lembrar um episódio da história.
ResponderExcluirPor exemplo: a igreja de Nossa Senhora do Rosário de Luziânia é uma igreja que recentemente passou por uma reforma devido seu grande valor histórico para a comunidade e tombada pelo Patrimônio Histórico Estadual.
A construção desta igreja entre os anos de 1761 1763, tinha o objetivo de integrar a população negra ao conjunto social, incentivando a manifestação religiosa dos negros e assim evitar possíveis revoltas. Conserva traços típicos das igrejas coloniais. Devido muitas histórias relacionadas com a igreja mexer com o imaginário dos moradores e visitantes, tenho então, temas diversos me inspirar e pintar nas cabaças.
Primeiro com a cabaça, os alunos traçam o tema que pretende mostrar e depois de uma pesquisa esboça-se um risco e em seguida pinta na superfície oval da cabaça o motivo escolhido para o observador fazer a leitura e interpretação.
Para conhecer mais a cultura da cidade o projeto envolve pesquisa.
ResponderExcluirUm olhar para o passado, mostra a história que não foi contada para alguns e que por descuido ou falta de tempo não olharam para a cultura da sua cidade.O motivo de usar esse fruto, começou, devido, na minha infância, ter confeccionado brinquedos e ter na paisagem da fazenda de meus avós quantidade razoável de cabaça e pé de coité que também é relacionado ao componente desse projeto. Ambos são suportes que recebem a tinta e passa a mensagem com sofisticação e elegância.
ResponderExcluirEntão, temos a cabaça que é rasteira e tem um pescoço e o coité que vem de uma árvore e são mais arredondados parecendo um coco.
Minha motivação também esta relacionado, em parte, com uma oficina na qual participei, orientado pelas Cuieiras de Santarém.
Artesanato típico de Santarém e um dos ícones da identidade cultural do Pará, as cuias pintadas de Santarém passaram do anonimato a patrimônio cultural do Pará. Bonitas e coloridas, são feitas geralmente por mulheres. A participação dos homens acontece principalmente no processo de retirada do miolo do fruto.Como toda cultura tem seu berço, o das cuias pintadas é a comunidade de Aritapera, situada às margens do rio Amazonas, em Santarém, Oeste do Pará. É na comunidade que, pelas mãos habilidosas de um grupo de mulheres, nascem peças do artesanato, nacionalmente conhecido como “cuias pintadas”.
ResponderExcluirPretendo com o meu projeto fazer com que estudantes e moradores da comunidade conheçam mais a história do meio em em vivem. Através da leitura das imagens possam compreender melhor muitas crenças e tradições que desconhecem enriquecendo assim seu repertória relacionado à suas raízes.
ResponderExcluirTanto para os estudantes como para os moradores é oportuno, pois auxiliará na construção da sua identidade, irá mostrar a história da região em que moram, possibilitando ao mesmo tempo desenvolver o pensamento, a linguagem artística, a leitura de imagens, reações do mundo, interpretações culturais, compreensão em que contexto ou bem cultural está inserido.
ResponderExcluirCom o uso desse fruto “a cabaça”, várias pinturas serão traçadas na mesma para lembrar um episódio da história.
ResponderExcluirPor exemplo: a igreja de Nossa Senhora do Rosário de Luziânia é uma igreja que recentemente passou por uma reforma devido seu grande valor histórico para a comunidade e tombada pelo Patrimônio Histórico Estadual.
A construção desta igreja entre os anos de 1761 1763, tinha o objetivo de integrar a população negra ao conjunto social, incentivando a manifestação religiosa dos negros e assim evitar possíveis revoltas. Conserva traços típicos das igrejas coloniais. Devido muitas histórias relacionadas com a igreja mexer com o imaginário dos moradores e visitantes, tenho então, temas diversos me inspirar e pintar nas cabaças.
Primeiro com a cabaça, traçarei o tema que pretendo mostrar e depois de uma pesquisa esboçarei e pintarei na superfície oval do coité ou cabaça, o motivo para o observador fazer a leitura e interpretação.